Metodologia de análise e avaliação das calçadas da cidade a partir da percepção do próprio pedestre. Foi desenvolvida e aplicada inicialmente pela Prefeitura de Nova Iorque (EEUU), nomeada “Active Design: Shaping the Sidewalk Experience”, e depois traduzida e adaptada pela Cidade Ativa – Promovendo cidades mais inclusivas, resilientes e saudáveis para o Brasil.
O desenho à mão livre, com o auxílio de fichas que orientam a elaboração das perspectivas, bem como de desenhos técnicos, auxiliam a obtenção de medidas e quantificações para o desenho de planos das calçadas – da via, do edifício, do piso e da cobertura – possibilitando um olhar atento e crítico sob a perspectiva do usuário.
Em Brasília, a Andar a Pé adaptou mais uma vez essa ferramenta para que fosse acessível ao usuário comum, não necessariamente técnico em urbanismo. Baseando-se nos mesmos critérios adotados originalmente, delegou à percepção in loco das pessoas – usuários, técnicos e tomadores de decisão – a avaliação. A partir daí, relatórios ilustrativos permitem aos técnicos urbanistas o desenvolvimento necessário para que as calçadas sirvam de fato a uma cidade para as pessoas.